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Um blog sobre design e fotos para vinhos com case studies, tutoriais e dicas de vinhos, design e fotografia.

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Pedro e o LObo


Pedro e o Lobo é uma história infantil contada através da música. Foi composta por Sergei Prokofiev em 1936, com o objectivo pedagógico de mostrar às crianças as sonoridades dos diversos instrumentos. Cada personagem da história (o Pedro, o lobo, o avô, o passarinho, o pato, o gato e os caçadores) é representada por um instrumento diferente. Assim:
a flauta, com os seus floreados agudos, é o pássaro; o oboé e o seu som nasalado é o pato; o clarinete, com a sua melodia astuta, é o gato; o fagote, com a sua voz grave, é o avô; as ferozes trompas representam o lobo; os caçadores são apresentados pelas madeiras e os sons das suas espingardas soam nos tímpanos e no bombo; o naipe das cordas e violinos representam o herói, Pedro.

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Quinta da Rabiana

Rótulo inspirado nas tradicionais rendas e bordados do Minho. Tal como o produto em si que é um Vinho Verde, a maior região demarcada de Portugal, a autenticidade, rusticidade, elegância e requinte teriam de estar presentes nesta imagem de produto premium e excelência. Executado com técnicas de prensagem, estampagem e cunhagem transporta-nos para o que é autêntico na cultura Portuguesa.
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Incomum

Como a própria nomenclatura da marca revela, o conceito a desenvolver teria forçosamente de reflectir o seu significado. Como suporte teria de ter também facto ou factos que são incomuns na sociedade, como sejam os desfiles e romarias de Viana do Castelo, onde as mulheres transportam no seu peito vários quilos de ouro entre colares e outros artefactos, sem qualquer segurança ou policiamento exagerado.
Assim, a textura do rótulo em relevo provocado é profusamente repetitiva e plena, reflectindo a generosa mostra de ouro verdadeiro que podemos visualizar nas romarias minhotas.
Desta textura foi feita uma assimilação sintéctica formal e individualizada que foi utilizada para o desenvolvimento da logomarca da Empresa que produz este vinho.



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SMS

Esta marca própria tem como paradigma um serviço de comunicação muito usado. Com ele nos comunicamos, conversamos, amamos, negociamos.
É um símbolo contemporâneo utilizado por jovens e adultos em qualquer parte do Mundo, ou situação.
Os pontos estampados simbolizam a infinidade de SMS que circulam neste meio de comunicação aberto e acessível a todos.
O slogan “message in a bottle” convida-nos a descobrir e provar o conteúdo, testando, sentindo e apreciando.
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97 Anos de História Caves S João


Em junho de 1992, ocorreu no Rio de Janeiro o encontro mundial para o meio ambiente. A reunião de 176 Países ficou conhecida como ECO 92.
Além da sensibilização das sociedades e das elites políticas, a Conferência teve como resultado a produção de alguns documentos oficiais fundamentais, tendo a Agenda 21 o papel mais relevante. 
É um documento que estabeleceu a importância de cada país em comprometer se a refletir, global e localmente, sobre a forma pela qual governos, empresas, organizações não-governamentais e todos os setores da sociedade poderiam cooperar no estudo de soluções para os problemas socioambientais. Cada país desenvolve a sua Agenda 21. Ela foi um poderoso instrumento de reconversão da sociedade industrial rumo a um novo paradigma que exige a reinterpretação do conceito de progresso, contemplando maior harmonia e equilíbrio holístico entre o todo e as partes, promovendo a qualidade, não apenas a quantidade do crescimento.
Mas o mais importante ponto dessas ações prioritárias, segundo este estudo, é o planejamento de sistemas de produção e consumo sustentáveis contra a cultura do desperdício. A Agenda 21 é um plano de ação para ser adotado global, nacional e localmente, por organizações do sistema das Nações Unidas, governos e pela sociedade civil, em todas as áreas em que a ação humana impacta o meio ambiente, tendo todos os Países intervenientes concordado com o acordo.

Nesse mesmo ano, as Caves S. João fizeram 72 anos de existência e já praticavam e seguiam esses princípios, essa atitude esta refletida no presente conceito deste novo lançamento, integrado nas comemorações do seu Centenário a acontecer em 2020, que demonstra e faz apelo ao reaproveitamento dos materiais, proteção e preservação do meio ambiente. O rótulo produzido em papel com entalhes de  cortiça desenvolve um processo técnico inovador, diferenciador com exigências de sofisticação e rigor. Por outro lado, na embalagem produzida em papel cortiça faz-se o processo em sentido inverso, ou seja, entalhe em papel, como sugerindo e indicando a importância de se reutilizarem materiais evitando-se desperdicios para o meio ambiente.
Ainda na embalagem cilindrica, a marca é gravada a fogo na tampa de madeira, bem como a alusão ao acontecimento na parte frontal da embalagem.
Conceptualmente, a ideia base sugere uma árvore,  neste caso um sobreiro, cujo tronco se transforma na mão humana que o planta, trata e trabalha, como símbolo de interligação e proteção.



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A melhor imagem é vê-lo feliz em 2018


"No ano que se aproxima a melhor imagem será para nós vê-lo feliz, com todos os seus projectos realizados com enorme sucesso"




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Quinta do Bill


A quinta do Bill, uma das mais prestigiadas Bandas do panorama musical Português, comemora 30 anos de canções e afectos com o lançamento de um vinho de especial qualidade, para além de concertos e premiações.


Para este projecto servimo-nos de um papel ainda não comercializado no País, pelo que este trabalho é o primeiro a ser realizado em Portugal, tendo já sido solicitado para mostras noutros mercados para demonstrar as virtualidade deste material.

Conceito:
Esta banda insere-se numa vertente folk, com sonoridades tipicamente celtas.
Assim,  servimo-nos de símbolos e ícones que têem a ver com a referida civilização celta e sua influência na Península Ibérica. Buscámos inspiração no nó Celta que pode ser frequentemente encontrado em vários objectos. Também no laço que não tem começo nem fim e representa a interconectividade da vida, eternidade e os mistérios do nascimento, morte e reencarnação. No seu aspecto formal inspirámo-nos ainda na cruz celta que representa a junção dos quatro elementos, (água, terra, fogo e ar - quatro lados onde estão descritos os nomes de albuns editados) essenciais para o equilíbrio da vida.
Como símbolo pagão, esta cruz, representa o feminino através do círculo, e o masculino, através da cruz, significando assim união sexual.
Execução técnica:
Execução de grande dificuldade técnica e complexidade já que trabalha com aquecimento controlado do papel, cunhagem e prensagem, preservando o mais possível elementos mais minuciosos, sugerindo pelo seu efeito visual uma marca de água no papel.
Executado na Vox.
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Faina Maior

"Ide, ó gentes bravias. Quebrai as ondas revoltas e as tormentas dos oceanos. Rogai à proteção divina por mar chão. E regressai, sempre e depressa, trazendo para terra o cheiro e os sabores do sal e das águas. 
Esta é a homenagem desta Bairrada de homens e mulheres que moldam e trabalham a terra, às gentes de Ílhavo, da pesca do bacalhau. A todos os que, em bacalhoeiros e dóris levaram Portugal pelo mundo, buscando a sorte.
Em cada garrafa deste espumante estão os desejos, os sonhos e, até, os medos de todos aqueles que, ao longo de séculos, fizeram, e fazem, da vida uma faina, grande e dura, uma Faina Maior."
Jorge Sampaio


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Flor de Sal d´Aveiro

Aveiro revela-se uma cidade turística de excelência, que tem tudo para oferecer aos seus visitantes, desde os tradicionais ovos moles, à sua luminosidade, os seus azulejos, seus canais e barcos típicos, às salinas donde se retira esta Flor de Sal de rara e extrema qualidade, já sobejamente reconhecida além fronteiras, até à sua gastronomia variadíssima. No desenvolvimento deste conceito de imagem, para um produto típicamente Aveirense, não nos podíamos dissociar da porcelana tão presente na região, na azulejaria e no tradicional azul cobalto revelador da sua luz, horizonte a perder de vista e do seu espelho de água que circunda em canais refrescantes esta cidade de Aveiro, cuja origem remonta ao séc IX. A logomarca reflecte uma postura plástica moderna, que se destaca da pureza da porcelana e da decoração clássica do objecto, elaborando uma comunicação mais apelativa com os mercados, sugerindo e evidenciando uma interligação dos canais das salinas, donde se extrai esta Flor de Sal. Ainda associado a esta peça e seu aspecto comunicacional, adicionámos um outro material típicamente português: a cortiça que serve de tampa do acondicionador da Flor de Sal.
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