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97 Anos de História Caves S João


Em junho de 1992, ocorreu no Rio de Janeiro o encontro mundial para o meio ambiente. A reunião de 176 Países ficou conhecida como ECO 92.
Além da sensibilização das sociedades e das elites políticas, a Conferência teve como resultado a produção de alguns documentos oficiais fundamentais, tendo a Agenda 21 o papel mais relevante. 
É um documento que estabeleceu a importância de cada país em comprometer se a refletir, global e localmente, sobre a forma pela qual governos, empresas, organizações não-governamentais e todos os setores da sociedade poderiam cooperar no estudo de soluções para os problemas socioambientais. Cada país desenvolve a sua Agenda 21. Ela foi um poderoso instrumento de reconversão da sociedade industrial rumo a um novo paradigma que exige a reinterpretação do conceito de progresso, contemplando maior harmonia e equilíbrio holístico entre o todo e as partes, promovendo a qualidade, não apenas a quantidade do crescimento.
Mas o mais importante ponto dessas ações prioritárias, segundo este estudo, é o planejamento de sistemas de produção e consumo sustentáveis contra a cultura do desperdício. A Agenda 21 é um plano de ação para ser adotado global, nacional e localmente, por organizações do sistema das Nações Unidas, governos e pela sociedade civil, em todas as áreas em que a ação humana impacta o meio ambiente, tendo todos os Países intervenientes concordado com o acordo.

Nesse mesmo ano, as Caves S. João fizeram 72 anos de existência e já praticavam e seguiam esses princípios, essa atitude esta refletida no presente conceito deste novo lançamento, integrado nas comemorações do seu Centenário a acontecer em 2020, que demonstra e faz apelo ao reaproveitamento dos materiais, proteção e preservação do meio ambiente. O rótulo produzido em papel com entalhes de  cortiça desenvolve um processo técnico inovador, diferenciador com exigências de sofisticação e rigor. Por outro lado, na embalagem produzida em papel cortiça faz-se o processo em sentido inverso, ou seja, entalhe em papel, como sugerindo e indicando a importância de se reutilizarem materiais evitando-se desperdicios para o meio ambiente.
Ainda na embalagem cilindrica, a marca é gravada a fogo na tampa de madeira, bem como a alusão ao acontecimento na parte frontal da embalagem.
Conceptualmente, a ideia base sugere uma árvore,  neste caso um sobreiro, cujo tronco se transforma na mão humana que o planta, trata e trabalha, como símbolo de interligação e proteção.



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