Imagem de Dezembro
O ano começa com boas novidades.No ano passado fomos convidados pela Fasson, Avery Dennison, um dos mais prestigiosos fabricantes de papéis para rotulagem, para ilustrar o catálogo do papel RUSTIC BLANC. Neste trabalho, procuramos mostrar, através de 5 Marcas criadas por nós, as diversas possibilidades de uso deste papel utilizando as técnicas que mostraremos a seguir. O catálogo será lançado neste ano de 2015 e a última das cinco marcas deixaremos como um mistério, para que descubra por si.
FASSON
Para a marca Fasson usamos e abusamos do cunho juntamente com o dourado
FANTASY
Na marca Fantasy, mostramos como o papel funciona e responde às diversas gamas de cores.
MOEMA
A técnica utilizada foi sobreposição de dois estampados diferentes sugerindo um motivo bordado. Para mim, foi uma bonita surpresa quando vi (só na gráfica tive conhecimento) um rótulo que o António fez com o meu nome.
MANY TIMES
Procuramos mostrar neste rótulo, que mesmo em estampagem extremamente reduzida e delicada o papel se comporta bem e preserva todos os detalhes. Aqui, a estampagem foi feita em prata e a marca, Many Times, só é percebida na leitura Braille.
A quinta marca, deixamos para que descubra por si, quando tiver em mãos, o novo catálogo do papel Rustic Blanc, FASSON, um dos papéis que usamos para os rótulos de vinhos tintos.
* Os rótulos foram produzidos na VOX
Imagem de Outubro
De todos os acontecimentos dos anos 60, quer queiramos, quer não a memória dos beatles é incontornável, suplanta até mesmo a lembrança da viagem à Lua, a 1ª operação ao coração, o assassinato de John kennedy, os movimentos estudantis, ou a construção do Muro de Berlim. Foi um grupo que tudo revolucionou, tudo influenciou.
Os possíveis consumidores desta Aguardente de 1965, serão, com certeza, desta geração que viveu e presenciou esses acontecimentos intensamente. São hoje os adultos que outrora foram os jovens rebeldes e lançaram as bases desta nossa civilização do agora séc XXI.
Podemos fazer um exercício e imaginar estes 4 rapazes de Liverpool, em 1965, a lançar o album Rubber Soul, que foi o marco da viragem do Rock, ano da produção da aguardente da Caves S João, e que serviu de inspiração para agora criar esta nova imagem. Uma imagem arrojada e que tudo tem a ver com os anos 60. As cores fortes nos remetem ao psicodelismo da época, os traços dos desenhos que formam os 4 integrantes , um em cada lado da garrafa, tem a ver com o grafismo da época e as cores de Andy Warol . Enfim, mais uma vez a Caves São João lança um produto , e através dele conta a história de uma época da qual fez parte. Apesar de rebelde, a imagem deste produto denota elegância e classe . Uma aguardente diferente, para um mercado consumidor que viveu e percebe aquela época.
Livro digital com detelhes do conceito da imagem em : www.quintas.pt/CLIENTES/94anos
Design: Quintas Comunicação
*produzido na Vox
A Garrafa
Costumo pensar que grande parte da elegâcia de uma embalagem de vinho está no rótulo e na garrafa, uma garrafa bem feita contribui muito para realçar o rótulo, conferir classe ao produto e, é claro, nos dá pistas da qualidade do líquido que carraga no seu interior.
Ao se comprar uma garrafa, deve-se ter em conta a qualidade da mesma. Muitas vezes encontra-se no mercado garrafas elegantes e bem feitas por preços accessíveis, e, o contrário, também é verdadeiro. Resta-nos conhecer as características que diferenciam as boas garrafas das garrafas de má qualidade.
Imperfeições no vidro e costuras grosseiras (emenda das metades) podem causar rótulos mal colados, mesmo quando se tem uma boa rotuladora. Se é produtor e vai comprar uma garrafa, observe também a Marisa (parte do gargalo), a profundidade do fundo e o peso/densidade do vidro.
No mercado dos vinhos portugueses, existem principalmente três tipos de garrafas para vinhos tintos, brancos, rosés e verdes. A bordalesa a borgonha e a reno, com algumas variantes relacionadas com a espessura, dimensão, cor e forma. Também se verifica que algumas regiões demarcadas adotam em exclusivo uma ou outra.
Em Portugal, a garrafa Borgonha é conhecida como a garrafa do Dão, visto que essa é a garrafa eleita pela comissão para os vinhos desta região. Esse tipo de garrafa e suas variantes, também é muito utilizada nos champanhes. O vinho verde tem como característica o acondicionamento em garrafas esguias e de diâmetro reduzido, com variantes de cor e altura, características estas das garrafas reno, pese embora alguns produtores utilizem indistintamente umas ou outras.
Ao nível cromático, a nossa preferência vai para o vidro âmbar ou côr canela. O vidro completamente transparente é mais adequado para o vinho rosé pela côr característica do líquido. Os vinhos brancos, que tendenciosamente se julgam adequados à garrafa branca, perdem a sua relação de qualidade na percepção do mercado, catapultando para um nicho de mercado baixo. O mesmo acontece de maneira mais intensa com as garrafas verdes. Resumindo, as cores mais aconselhadas para as garrafas são o âmbar ou canela para tintos e brancos, e brancas exclusivamente para os rosés.
Ao se comprar uma garrafa, deve-se ter em conta a qualidade da mesma. Muitas vezes encontra-se no mercado garrafas elegantes e bem feitas por preços accessíveis, e, o contrário, também é verdadeiro. Resta-nos conhecer as características que diferenciam as boas garrafas das garrafas de má qualidade.
Imperfeições no vidro e costuras grosseiras (emenda das metades) podem causar rótulos mal colados, mesmo quando se tem uma boa rotuladora. Se é produtor e vai comprar uma garrafa, observe também a Marisa (parte do gargalo), a profundidade do fundo e o peso/densidade do vidro.
No mercado dos vinhos portugueses, existem principalmente três tipos de garrafas para vinhos tintos, brancos, rosés e verdes. A bordalesa a borgonha e a reno, com algumas variantes relacionadas com a espessura, dimensão, cor e forma. Também se verifica que algumas regiões demarcadas adotam em exclusivo uma ou outra.
Em Portugal, a garrafa Borgonha é conhecida como a garrafa do Dão, visto que essa é a garrafa eleita pela comissão para os vinhos desta região. Esse tipo de garrafa e suas variantes, também é muito utilizada nos champanhes. O vinho verde tem como característica o acondicionamento em garrafas esguias e de diâmetro reduzido, com variantes de cor e altura, características estas das garrafas reno, pese embora alguns produtores utilizem indistintamente umas ou outras.
Ao nível cromático, a nossa preferência vai para o vidro âmbar ou côr canela. O vidro completamente transparente é mais adequado para o vinho rosé pela côr característica do líquido. Os vinhos brancos, que tendenciosamente se julgam adequados à garrafa branca, perdem a sua relação de qualidade na percepção do mercado, catapultando para um nicho de mercado baixo. O mesmo acontece de maneira mais intensa com as garrafas verdes. Resumindo, as cores mais aconselhadas para as garrafas são o âmbar ou canela para tintos e brancos, e brancas exclusivamente para os rosés.
(António Quintas)
Imagem de Setembro
Setembro foi o nosso mês de férias e também um mês de muitas notícias boas. Fomos selecionados para a fase final de um importante concurso internacional de rotulagem, além de concluirmos dois grandes trabalhos. Trata-se de dois dos mais importantes fabricantes de papéis para rótulos de bebidas que nos convidaram para conceber e fotografar os rótulos que constam nos seus catálogos. Em breve , após o lançamento a nível internacional destes catálogos, mostraremos pra vocês estes trabalhos. Aguardem!
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Imagem do Mês de Agosto
Há 12 anos atrás começamos o trabalho de imagem corporativa da Quinta do Mourão.Na Quinta, havia um brasão com uma estrela de cinco pontas e esse foi o ponto de partida para a criação do logo da empresa, que, constituída por 5 Quintas , tem uma estrela com cinco pontas na qual uma delas simboliza a Quinta do Mourão e é sempre destacada no logo. Os braços da estrela também nos remete para a imagem dos socalcos do Douro. A cápsula leva o texto de um dos documentos escrito da Quinta, creio ser essa a primeira vez em que se usou textos escritos nas cápsulas.
Já tantos anos se passaram e a Quinta do Mourão continua fiel ao slogan, que também criamos " Tradição que se cultiva" .
O Rio Bom, Uma das marcas da Quinta que antes era apenas de vinhos tintos, agora também tem na sua família o Vinho do Porto. Esse novo rótulo possui uma imagem que denota tradição, elegância, sobriedade, modernidade, e segue a mesma linha do trabalho que se iniciou há 12 anos atrás.
*produzido na VOX
Já tantos anos se passaram e a Quinta do Mourão continua fiel ao slogan, que também criamos " Tradição que se cultiva" .
O Rio Bom, Uma das marcas da Quinta que antes era apenas de vinhos tintos, agora também tem na sua família o Vinho do Porto. Esse novo rótulo possui uma imagem que denota tradição, elegância, sobriedade, modernidade, e segue a mesma linha do trabalho que se iniciou há 12 anos atrás.
*produzido na VOX
Imagem do Mês de Julho
Começam as vindimas e neste mês gostaríamos de homenagear através de imagens, a todos que, por paixão, trabalham na produção dos vinhos portugueses.
Tenham todos uma ótima vindima
Mais imagens em http://www.quintas.pt/vindimas
Fotografia: Moema Quintas
Todos os direitos reservados. Proibido a reprodução
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Tenham todos uma ótima vindima
Mais imagens em http://www.quintas.pt/vindimas
Fotografia: Moema Quintas
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